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A Vida Ideal: Quando o Pulso da Fonte se Torna Cotidiano

Atualizado: 19 de set.

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Vivemos em um mundo que nos ensinou a sobreviver.

Correr atrás de metas, acumular coisas, seguir rotinas que nos afastam de nós mesmos... tudo isso é o reflexo do Simulador, mas dentro de cada um pulsa a memória de outra vida, a vida ideal: aquela em que não estamos presos ao jogo, mas livres no campo da Fonte.


O que seria essa vida?

A vida ideal não é perfeita como os anúncios vendem, nem distante como uma promessa futura. Ela é simples e profunda. É acordar e sentir o corpo como templo da consciência, não como prisão. É relacionar-se sem máscaras, sem disputas de poder, mas no fluxo da autenticidade. É trabalhar não por sobrevivência, mas como expressão do ser.


Como ela se manifesta?

Quando a mente já não é refém do medo, da culpa, do apego, mas instrumento de criação.

Quando o tempo deixa de ser tirano e se torna apenas ritmo natural.

Quando a natureza volta a ser parceira e não recurso a ser explorado.

Quando cada gesto, até o mais pequeno, se conecta ao Pulso Original da Criação.


O que nos impede de vivê-la?

O Simulador nos treina para esquecer. Ele nos envolve em distrações, repetições e ilusões de controle, mas a vida ideal não está fora de alcance, ela está soterrada por camadas de esquecimento.


O caminho

A vida ideal começa quando deixamos de lutar apenas por sobreviver e escolhemos despertar.

Quando deixamos de buscar fora e passamos a lembrar dentro.

Quando reconhecemos que realização não é acumular, mas ser.

“A vida ideal não é um sonho distante: é a vida real, esperando que despertemos dela mesma.”

 
 
 

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