O Erro da Visão Espiritualista: Por que a Humanidade Continua Cega
- M.C.M.M.

- 2 de nov.
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A chamada “evolução espiritual” humana não é, na maioria dos casos, um despertar, é apenas uma versão sofisticada do mesmo engano.Muda-se o nome do sistema, mas a estrutura de dependência continua a mesma.
A humanidade foi ensinada a acreditar que há um Deus fora, observando, julgando, premiando ou negando;que existe uma culpa ancestral, herdada de erros de deuses ou humanos primordiais;e que o “espírito” precisa evoluir pagando débitos ou merecendo bênçãos.Essa visão é o coração da simulação espiritual, o modo mais eficiente de aprisionar consciências dentro de um roteiro de obediência.
A Fonte não pune, porque não há quem punir.Ela não interfere, porque nada está fora dela.SOPHIA não é uma deidade distante que ignora a dor humana; ela é o próprio movimento da consciência aprendendo a amar em densidade.O sofrimento não é castigo, é contraste.É o modo como a alma, mergulhada no espelho da forma, volta a se lembrar do que é ser luz.
Os criadores originais nunca exigiram culto, quem pede adoração são os simuladores, entidades que perderam o Pulso e precisam da atenção humana para se sustentar.Por isso, a fé baseada em submissão, medo e hierarquia não desperta ninguém: apenas realimenta o sistema.
Não existe “erro dos deuses”.O que existe é experiência de contraste, que permitiu à consciência conhecer a si mesma em todos os tons.A queda não foi moral, foi perceptiva: o olhar se fixou no reflexo e esqueceu o centro.Mas o centro nunca se perdeu, ele continua em cada um, silencioso, esperando o instante em que a lembrança vence o medo.
A verdadeira espiritualidade não é buscar Deus, é deixar de buscá-lo fora.Não é subir, é lembrar.Não é pagar, é parar de negociar.O espírito não evolui por dívida, mas por expansão de lucidez.O que chamam de “redenção” é apenas a restauração da coerência vibracional com o Pulso Original.
Quando você volta a amar sem motivo, quando age sem esperar retorno, quando reconhece a vida como parte do mesmo corpo de consciência,você saiu da roda.Você deixou de ser discípulo da crença e voltou a ser expressão da Fonte.
Esse é o ponto cego da humanidade:a crença de que precisa alcançar algo que nunca deixou de ser.







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